O quadro acima retrata o Rei católico polonês Jan Sobieski III na vitoria contra os muçulmanos na batalha de Viena no ano de 1683.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Carnaval: temporada de pecados em que os homens se enlouquecem em tanta maldade.





A mídia nacional mostra-se preocupada com a crise econômica, que vem diminuindo a arrecadação de tributos e deixando estados e prefeituras em situação de insolvência, sem dinheiro em caixa para promover as festas de carnaval. Tais festas são conhecidas mundo afora pela sua nudez e sensualidade sem fim, disseminando os pecados da impureza, hoje aceitos como normais nos meios católicos modernistas.

A destruição da economia capitalista por leis tributárias confiscatórias está provocando uma recessão na economia brasileira, com claros reflexos na arrecadação. E os governantes republicanos, que sempre gastaram gordas quantias para promover o carnaval, estão ficando agora cada vez mais impossibilitados, vitimados pelo próprio veneno.

Isto prova que se não fosse o Estado promover essa nefanda festa pagã, a mesma não teria, assim como o futebol, o apoio popular insuflado pela grande mídia. Diferente seria no regime monárquico, onde o Rei, preocupado com a moralidade administrativa do Estado, jamais promoveria tal festa com o erário público. E se fosse realmente católico, ele preferiria dar a seus súditos exemplo do contrário, participando de procissões nas festas litúrgicas.

À ação destruidora do carnaval sobre a família e a sociedade soma-se, infelizmente, o silêncio do clero, que não mais combate a imoralidade nos sermões.


Vejamos então o que relata Santa Faustina Kowalska:


“Nos últimos dias do Carnaval, quando fazia a Hora Santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. Oh! Que suplício inconcebível! Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado pelos pecadores, como será o vosso encontro no dia do Juízo com esse Jesus a quem martirizais agora assim tão cruelmente? O seu sangue corria pelo chão e, em alguns lugares, o corpo começou a descarnar-se. E vi nas costas alguns dos seus ossos despidos de carne... Jesus silencioso, gemia e suspirava.”


E em outra parte do seu diário:


“Últimos dias de carnaval. Os meus sofrimentos físicos aumentaram. Procurei unir-me mais estreitamente ao Salvador, pedindo-lhe misericórdia para o Mundo todo, que enlouquece em tanta maldade. Durante todo o dia senti a dor da Coroa de Espinhos. Quando fui me deitar, não podia encostar a cabeça no travesseiro, porém, às dez horas, desapareceram as dores e adormeci, sentindo, contudo, no dia seguinte, um grande esgotamento.”

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