O quadro acima retrata o Rei católico polonês Jan Sobieski III na vitoria contra os muçulmanos na batalha de Viena no ano de 1683.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Marcha contra aborto, divorcio e casamento homossexual na Polônia.




No ultimo domingo dia 3 de junho de 2012 foi realizada a Marcha pela Vida, contra o aborto,  as práticas homossexuais e o divorcio. Ao contrário do Brasil onde várias cidades fazem com a omissão do clero católico a chamada passeata homossexual, que visa promover um pecado que “clama aos céus e a Deus por vingança”, quando tentaram fazer o mesmo na Polônia, os poloneses se levantaram e mostraram de forma categórica seu desacordo com a permissão dada para a passeata, ao que a prefeitura teve que proibir. (Ver Jornal O Estado de São Paulo de 21 de Março de 2007 – página A14).




Seria oportuno que os brasileiros que estão com um novo Código Penal a ser aprovado pelos “juristas” do Partido dos Trabalhadores que nasceu da esquerda católica, que prevê a liberalização do aborto seguissem o exemplo do catolicismo reinante na Polônia. Como a grande mídia não irá publicar a manifestação que ocorreu no ultimo domingo seria um imperativo que os blogs brasileiros fizessem o seu trabalho e divulgassem ao máximo esta iniciativa que seria bem aceita caso os religiosos brasileiros quisessem promover semelhante ação evangelizadora.

Não foi difícil verificar na Marcha pela vida que entre os presentes, os leigos dos que eram sacerdotes, pois estes portavam o hábito conforme prevê o Código de Direito Canônico, coisa inexiste no Brasil. 

Vejamos o que diz Santa Faustina em seu diário sobre o pecado da sensualidade:

"Certo dia, quando Santa Faustina chegou para fazer uma adoração noturna e, logo que entrou em recolhimento interior: “vi Nosso Senhor amarrado ao tronco e logo sobreveio a flagelação. Vi quatro homens que se revezavam a açoitar o Senhor com azorragues. O meu coração parava só de olhar para esses suplícios; então, o Senhor me disse estas palavras: Sofro uma dor ainda maior do que esta que estás vendo’. – E Jesus deu-me a conhecer por quais pecados submeteu-se à flagelação: foram os pecados de impureza. Oh! Por que terríveis sofrimentos morais passou Jesus quando se submeteu à flagelação! Então, Jesus me disse: Olha e repara bem o gênero humano na presente condição’. E imediatamente, vi coisas horríveis: afastaram-se os algozes de Nosso Senhor e vieram flagelá-Lo outras pessoas que seguravam nas suas mãos os chicotes e castigaram sem piedade o Senhor. Eram sacerdotes, religiosos e religiosas e os mais altos dignitários da Igreja, o que muito me admirou. Havia leigos de diversas idades e classes; todos descarregavam sua maldade sobre o inocente Jesus...

Esta imagem dos pecados praticados pelo clero foi mostrada por Deus a Santa Faustina na década de 1930. O que dizer das flagelações que hoje se fazem ao bom Deus no Brasil, onde o pecado do homossexualismo já virou algo normal e aceitável por um grande numero de católicos?

Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, um dos sacerdotes mais favorecidos pela mídia revolucionária, o Pe. Fabio de Melo, afirmou: “Já os homossexuais são mal interpretados ao lutar pelo reconhecimento de sua união. A necessidade de se falar sobre o casamento gay nasceu porque, após a morte de um dos cônjuges, a família, que nunca cuidou deles, quer ficar com aquilo que eles construíram junto. Aí eu te pergunto: um conceito religioso pode cometer esta injustiça? Não”. (“Folha de S. Paulo”, 30 de outubro de 2011, p. E2).

E pensar que inúmeros católicos aplaudem e compram os produtos de sacerdotes católicos que não se importam com os flagelos de Cristo como o padre acima mencionado.

 

 



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