O quadro acima retrata o Rei católico polonês Jan Sobieski III na vitoria contra os muçulmanos na batalha de Viena no ano de 1683.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Cristianofobia: misericórdia dos maus




Devido à tibieza de alma e à heresia modernista que assolam a Igreja Católica, entendem os atuais cristãos que qualquer culpa, qualquer pecado e dano já estão perdoados. Alguns chegam até a dizer que não deveria haver cadeias e penitenciárias.

Ora, a misericórdia consiste em perdoar a uma pessoa que tendo infringindo a Lei de Deus se arrepende e se reconcilia, fazendo de tudo também para ressarcir o dano e o prejuízo causado ao próximo, quando a falta o tenha lesado.

Há católicos que, dizendo-se de centro, sempre chamam a direita de “fundamentalista” e afirmam Deus veio pregar o amor e não o ódio. Um exemplo disto é o deputado federal Gabriel Chalita, outro politico que perdeu seu programa na TV Canção Nova depois que católicos indignados com a posição dele e do deputado estadual Edinho Silva, passaram a contestar os projetos de liberalização do aborto e do pseudocasamento homossexual.  (Notas 1 e 2)



Quando a esquerda católica defende o aborto, estes centristas não a atacam, mas quando a direita protege as crianças no ventre materno e as famílias do falso casamento homossexual, tacham-na de fundamentalista e pregadora do ódio.

Então os que defendem o aborto não são fundamentalistas que pregam o ódio? Não é esta uma verdade que a mídia escamoteia? Agora, quando os maus passam a perseguir os bons cristãos, a conversa muda, e então, por exemplo, os defensores do aborto são tratados como vítimas de fundamentalistas que pregam o ódio.

Tanto na Revolução Francesa quanto na russa, os revolucionários não tiveram nem um pouco de misericórdia, nem concederam um mínimo da liberdade que eles tanto clamavam.  São Maximiliano Maria Kolbe – contemporâneo e compatriota de Santa Faustina – foi morto sem misericórdia pelos nacionais socialistas de Hitler no campo de concentração de Auschwitz. Seu “crime” foi distribuir a Medalha Milagrosa e o Rosário, além de pedir às pessoas que praticassem os mandamentos e a devoção a Nossa Senhora segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort.

Se você é católico de centro porque acredita que nada irá lhe acontecer, é melhor começar a ajustar sua visão para ver não um futuro, mas um presente cheio de perseguições a Cristo e aos que O seguem. E não é só nos países muçulmanos, mas no próprio Brasil.

A psicóloga Maria Lobo foi chamada pelo Conselho de Ética de Psicologia para responder a acusações de ativistas homossexuais, usuários de drogas e ateus, por ter-se declarado psicóloga e cristã, tendo sido pressionada a renunciar à sua fé. Para ver por completo esta notícia, acesse: http://sentircomaigreja.blogspot.com/2012/03/sessao-coreia-do-norte-do-brasil.html.

Mais impressionante é o caso do Padre Paulo Ricardo, que está sendo perseguido pelos seus próprios confrades por criticar os sacerdotes que não honram o hábito. Aliás, muitos deles nem sequer o usam, como disse o referido Padre Paulo, a quem acusam de ser "um homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado", que "não tem saúde mental". Pedem ainda que oPadre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério (...) que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte". Para ler mais esta notícia, acesse: http://sentircomaigreja.blogspot.com/2012/03/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo.html

Sempre que algum sacerdote ou político defende coisas absurdas, há sempre de plantão uma tropa de choque para interceder por ele.

Para os católicos chamados hoje de carismáticos – aliás, tão ignorantes que carismático na doutrina católica quer dizer outra coisa bem distinta –, praticar caridade é ajudar os pobres. Mas, para São Luís Grignion de Montfort, o ouro da caridade é o cumprimento da Lei de Deus, hoje tão esquecida.

Termino citando esta passagem do Diário de Santa Faustina:

Quando uma vez perguntei a Jesus como pode suportar tantos delitos e diversos crimes e não os castigar, respondeu-me o Senhor: - Para os punir, tenho a eternidade, por agora prolongo-lhes o tempo da Minha visita. Minha filha, secretária da Minha misericórdia, estás obrigada não só a escrever e divulgar a Minha misericórdia, mas também a pedir por eles a graça, para que também eles bendigam a Minha misericórdia.”

Peçamos à Divina Misericórdia que desça poderosa e triunfalmente sobre os sacerdotes, e se estenda por meio deles – que são “o sal da terra e a luz do mundo” – sobre toda a população brasileira. Inclusive aos políticos cristianofóbicos para que um dia bendigam a misericórdia divina.

Notas:

Um comentário:

  1. Hoje, os sacerdotes perdem seu precioso tempo “vomitando” heresias e incitando luta de classes sobre os fies, nas missas ou mídias vinculadas. Vale lembrar, que nenhuma das chamadas emissoras católicas, são de fato católicas, pois se o fossem, não estariam no “ar”. Ocupam-se de um canal caríssimo, à custa de ignorantes que os financiam e, assim, avançam com um poder persuasivo jamais visto. Podem persuadir, ludibriar, malfazer agora, no entanto, quando chegar a “misericórdia” final, vão amargar caro por tudo isso.

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